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O VIAJANTE BOQUETEIRO

  • Foto do escritor: Renato Tritani
    Renato Tritani
  • 16 de set. de 2013
  • 4 min de leitura

(Quando a gente acha que viu tudo...)


Certas coisas que um GP experimenta não podem ser ditas, pois parecem mentira, e não temos como provar que aconteceram; se o profissional do sexo revela tudo o que vivencia, passará o ridículo e ganhará fama de contador de história. Por isso, é bom passar certas informações só pra outros GP’s (e olhe lá!).


Assim como há preferências sexuais alternativas e inusitadas, que poderiam causar espanto na maioria (ex: o hétero “curioso”, ou o hétero que gosta de ver a mulher dando pra outro cara), há pessoas que na hora do tesão não medem esforços pra realizar sua fantasia, fazendo questão de gastar muito para agradar o profissional desejado, e ainda obter um conforto extra no programa.


Foi o caso de um cliente que entrou em contato pelo WhatsApp.


Um parênteses: geralmente recebo muitos contatos “furados” por esse aplicativo, de pessoas sem interesse real, que só querem cutucar (sem ideia do mal que causam ao ficar perguntando a cidade onde estou, quanto cobro pra ir à sua cidade, se posso mandar mais fotos, e até informações das mais básicas, que estão respondidas nas abas superiores). Sem contar os que ligam pra se fazer de desentendidos e tentar quebrar meu sigilo! No início da atividade soltaram o boato de que teria alguns anos a mais que o anunciado e seria psicólogo; dois clientes que não se conheciam ouviram essa história de um terceiro (que alegava me conhecer antes da vida de GP) e confiaram nela. É incrível até onde vai a criatividade de certos indivíduos (nem Freud explica...). Pra evitar esse tipo de curioso, quando atendo o celular nunca digo quem está falando; peço pra pessoa dizer o nome de quem procura! ;)


Pois bem: o cliente entrou em contato pra dizer que queria marcar um encontro para o fim de semana, pra um tempo sem pressa. Fechamos o valor; disse que reservaria um hotel pra nós em Araçatuba (era de outra cidade), e que dinheiro não seria problema. Como sempre, agi com cautela, dando-lhe a devida atenção, mas sem prolongar muito a conversa ou ficar mantendo certezas dentro de mim; aprendi que alimentar altas expectativas em torno de promessas é receita pra sentimentos negativos. Assim como há quem só tenha fetiche em olhar fotos e vídeos, há quem tenha fetiche em simular que está marcando programa. Deixei o horário reservado na agenda, e no dia anterior ele ligou pra confirmar interesse, apesar de ressaltar que só havia tido experiência com um homem, e tinha medo de não conseguir se soltar; no sábado, ligou para dizer que estava na cidade.


Contar tudo o que rolou no encontro levaria muito tempo. Posso dizer que o cliente era bem jovem e possuía um ótimo emprego, que lhe permite gastar sem contar as notas. A timidez e o nervosismo se evaporaram... Recebeu-me chupando uma bala refrescante (leu no blog que curto esse lance), e apesar de dizer que eu era seu segundo homem, tratou-me como se eu fosse o último! As chupadas que dava nos meus bagos foram inesquecíveis: era um carinho com os lábios e a língua, puxando e repuxando cada centímetro de pele, sem apertar as bolas. Parecia que queria repetir tudo o que os clientes fazem nos vídeos e nos relatos: lambia a partir do fim da linha do saco até a ponto do piru, e depois descia; em seguida fazia um “3 em 1”: cu, saco e piroca (e vice-versa). Escarafunchava meu ânus como um ratinho, usando a língua, pressionando o rosto contra minha bunda, como se fosse dividi-la ao meio. E fez algo inédito: uma garganta profunda completa, até o talo! Segundo ele, aprendeu tudo só por assistir filmes pornôs.


“Não consigo sair daqui! Dá vontade de ficar o programa inteiro assim”, dizia ele. De fato: ficou quase uma hora me chupando de todas as formas, babando como uma criança, até que perguntou se eu estava com fome; respondi que sim, e pedimos uma pizza. Enquanto esperávamos (demoraria 40 minutos, segundo a atendente) ficamos abraçados na cama (o local era lindo, assim como todo o hotel), conversando sobre assuntos diversos, da minha vida e da dele (quando o cliente permite, gosto de conhecê-lo além do quarto).


Após a chegada da refeição, comemos até dizer “chega” e nos preparamos para a fodelança: mais boquete (refrescado pela bala que o cliente chupava), garganta (bem) profunda, cunete e falação de sacanagem. E depois se deitou de barriga pra baixo, pra servir de meu prato. Recebeu bem o meu pinto: geralmente a primeira entrada é doida, e só na segunda ou terceira é que a vara desliza igual quiabo. O cliente aguentou sem gemer, pedindo pra eu bombar; medi até cansar, em três séries (na última cheguei na velocidade máxima).


Enquanto esperávamos a pizza ele já avisou que queria receber o “Tritani em forma líquida" – a famosa batidinha de coco (fiquei super contente, como de costume). Como o horário estava acabando, perguntei se poderia ser naquela hora, e respondeu que sim, ficando sentado de prontidão, olhando pro meu piru, enquanto eu preparava a batida. O tesão foi tão alto que cheguei a esguichar! O cliente bebeu e se lambuzou, e depois tornou a chupar meu pinto de todos os lados, como se quisesse tirar alguma gotinha que estivesse lá dentro. No fim, pegou a porção que havia caído na sua perna, quando o esguicho saiu, e pôs na boca (estava quase sólida). “A criança se lambuzando com o doce”, brinquei. O cachê foi além do que eu esperava; noite fantástica!


Foi uma grata surpresa que o cliente tenha entrado em contato para marcar programa sem enrolação, e para um período tão longo, num local tão bacana, vindo de outra cidade.


Se eu gravei?? Sim, ele deixou gravar! O filme "O Viajante Boqueteiro" (na aba "RESTRITO" do site) mostra as cenas!


Tritani GP.

 
 
 

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