Experiências que não deram certo...


A atividade de GP ensinou-me muito sobre sexualidade – a minha e a dos outros. Também me ajudou a resolver (e responder) pendências do passado. Olhando para trás, entendo melhor a razão de ter entrado nisso. Quando alguém vem perguntar sobre como iniciar a prostituição, digo que não recomendo, pois é preciso muita paciência e sorte. Talvez eu fale mais sobre isso noutra postagem. Seja como for, uma das atividades de que mais gosto é o atendimento a casais héteros, para comer a mulher com o marido (ou amante) ao lado. No ano passado transei muito assim; normalmente a fêmea vem num padrão razoável, embora eu já tenha enrabado várias gordinhas...


Atendi tanto casais da minha cidade quanto de fora, que estavam a passeio. Certa vez, o homem era bissexual, e chupou meu saco enquanto a mulher lambia a vara, pra logo depois eu mandar ver na esposa (foi de madrugada, num ambiente comercial, onde eles trabalhavam). Em outra, no motel, o homem gostava de ficar sentado vestido, olhando eu socar na buceta. Ainda teve uma em que o marido ficou pelado na cama, mas se impressionou com a cana-de-açúcar paulista e não quis interagir conosco, meio constrangido, apesar de eu dizer que não havia motivo pra aquilo, e que se tratava apenas do meu instrumento de trabalho. Houve um caso em que a mulher repetia que só queria massagem, e nem tirou a calcinha, mas o esposo gesticulava insistindo pra eu penetrá-la (é claro que recusei, pois não sou estuprador). Normalmente os casais são simpáticos, feitos por pessoas decididas, que resolveram curtir algo diferente e se abrem ao desconhecido. A maioria nunca saiu com um GP, e por isso dou atenção especial na combinação, explicando o que rola e como rola.


No último relato (clique pra abrir outra janela) falei sobre um atendimento prazeroso. Ocorre que também tive encontros desagradáveis nesse tempo de GP...


Em um deles, bem antigo, os clientes tinham vinte e poucos anos. O rapaz ligou quando eu estava em temporada em São Paulo, e já veio com uma conversa sabotadora, que citei no relato “Descobertas & Novidades”: “Um amigo gay viu suas fotos no blog e falou que você é gay, viu? Sei não, hein?”. Apesar disso, fiz a besteira de topar sair com eles. Durante nosso encontro a moça ficava lançando olhares desconfiados no meio da conversa inicial, que deveria servir pra quebrar o gelo; suas expressões faciais transpareciam ideias preconceituosas sobre mim, e com isso o Tritani não passou da entrada da garagem, deixando-me na mão! O programa foi uma lástima e combinamos um cachê menor, proporcional. Fiquei me remoendo por meses a fio, relembrando aquela noite sem me perdoar por não ter satisfeito os clientes. Ao falar com um colega GP na época em que morei em São Paulo (capital), conscientizei-me de que o erro foi das duas partes, e aprendi a não topar algo com quem realmente não prepara terreno para minha arma entrar em combate.


O segundo encontro desagradável foi com um casal de uma cidade vizinha. O marido me ligou na madrugada do sábado, pedindo para eu ir até eles, que estavam em um barzinho e pretendiam transar a três depois. Falei com o táxi, que informou o valor que cobraria para levar e trazer. De início o homem achou alto, mas acabou topando. Chegando ao local, eles pediram para eu ir com eles até sua casa, no carro, enquanto o táxi esperaria na rodoviária. Fiz a besteira de aceitar... Acontece que no caminho a mulher começou a “fazer cu doce”; o esposo falava: “E aí, amor?”, e ela dizia: “Ah, não sei se quero mesmo...”. Quem leu o “Descobertas & Novidades” sabe que essa é a receita para afastar o Tritani! O cara pediu para a mulher interagir comigo no banco de trás. Ela se sentou ao meu lado e comecei a chupar seus peitos na parte que estava descoberta, enquanto ela olhava pro marido, que sugeriu que pusesse a mão dentro da minha calça, o que foi atendido. Fui mexer na buceta, mas ele rapidamente interveio, pondo a mão na xana e enfiando o dedo várias vezes. Depois soltou, em tom firme: “Sem dedo na xana, tá companheiro? Só pau com camisinha na buceta”. Quem leu o relato anterior sabe como costumo trabalhar com casais! Aquele não estava colaborando: ao invés de me deixar chegar e ocupar minha posição, estava me subestimando (no caso da mulher) e restringindo (no caso do homem)... A consequência não poderia ser outra: o Tritani não apareceu, e o casal decidiu cancelar o programa; combinamos um cachê proporcional ao tempo despedido na viagem (fora o táxi), e voltei pra casa.


Isso tudo serviu de poderoso aprendizado! Muitas pessoas não entendem determinados procedimentos, achando que estou criando complicações ou sendo rígido demais (ex: não passo informações básicas por celular, e sempre peço para os interessados se informarem pelo site). Mas o fato é que tudo que faço tem uma explicação, e nem sempre é conveniente apresentá-la. Tenho vários anos de putaria profissional, que me calejaram com certas situações. Os encontros desagradáveis serviram de referência para evitar coisas semelhantes e refinar a comunicação com os interessados.


Ao me procurar, saiba que está chamando alguém que atendeu praticamente todos os tipos de pessoas, valoriza a cada um e pode dar o melhor que você deseja, desde que a valorização seja recíproca.


Tritani GP.

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